sexta-feira, 7 de julho de 2017

BOOOM 2017

Jardim de Infância da Estação


Novo ano letivo e uma vez mais a música continua presente  na nossa escola, no âmbito do projeto "Booom o museu vai à escola com música". 

Este projeto tem como objetivo proporcionar às crianças  a audição de diferentes tipos de música e contato com diversos instrumentos: ( piano, flauta transversal, clarinete e viola d´arco).

Contacto com o Primeiro instrumento: o piano

 

O Professor Chéu deslocou-se ao jardim de infância, promovendo com as crianças, o contacto  com o primeiro instrumento: o piano.







Música e vários jogos
estiveram presentes





Concerto de Piano (Conservatório)   




 


Fez-se silêncio...

O concerto começou




Após esta audição, um regresso
bem disposto à nossa escola


Viola d´arco

     

Apresentação da constituição
 de uma viola d'arco
É constituída por um pedaço
 de madeira e pêlo de rabo de cavalo.







Mini concerto




      Flauta transversal


Apresentação do instrumento



É preciso habilidade...




Mini concerto



Ficamos a conhecer o último instrumento: o Trompete      



Sua constituição...




Experimentação pelo grupo de crianças
 Sentir a música...
Mini concerto




Concerto de encerramento do Projeto BOOOM, no Museu Abade de Baçal








Momentos divertidos



"Concerto de encerramento Pais e filhos”



Foram convidados: Pais/Encarregados 
de educação e restante comunidade educativa 



Participação d
o coro "BriChoirT" e do
quarteto "Scherzino",do Conservatório

 de Música e Dança de Bragança.




... e assim terminamos mais um ano BOOOM...!!! 






quinta-feira, 6 de julho de 2017

As coisas que o saco diz

Jardim de Infância da Estação



Sessão de contos "As coisas que o saco diz", inserida no Festival Literário de Bragança.

Dia 31 de maio pusemos os pés a caminho e fomos à Biblioteca Municipal ouvir a  contadora de histórias, Manuela Machado.
 


 

 

 

 
 

 
 
 
  
 
Foi bom... não imaginam as coisas que o saco disse!





quarta-feira, 5 de julho de 2017

Desenvolvimento de Percursores da Aprendizagem da Leitura e da Escrita 2017


             Jardim de Infância da Estação

Nádia Afonso,  terapeuta da fala do Agrupamento de Escolas Abade de Baçal, em articulação com o Jardim de Infância da Estação, desenvolveu o  projeto “Desenvolvimento de percursores da aprendizagem da leitura e da escrita na educação pré-escolar”, para  as crianças de 5 anos.

 Objetivo principal : desenvolver competências
fulcrais para o sucesso da aprendizagem da leitura e da escrita (lateralidade, consciência fonológica, consciência fonémica, ...).




  Ressalta-se que não se pretendeu ensinar as crianças a ler e escrever neste ano letivo, mas sim fornecer-lhes ferramentas determinantes para o sucesso da aquisição aquando da entrada no primeiro ciclo, diminuindo a probabilidade de ocorrência de perturbações de leitura/escrita e do consequente insucesso escolar.





 Adicionalmente pretendeu-se detetar de forma precoce eventuais lacunas nas competências das crianças, acompanhadas de forma a conseguir colmatá-las antecipadamente.





 A generalidade das crianças envolvidas demonstrou uma atitude muito colaborante e motivada na realização das atividades propostas, tendo desenvolvido alguns dos pré-requisitos fundamentais para o sucesso da aprendizagem futura da leitura e da escrita no primeiro ciclo, particularmente as competências de consciência fonológica .


"Muito bem...Muito bem...Muuiito bem!  Nha...Nhaa...Nha ...      Oh yeh"


Obrigada Nádia!


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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Khamlia



Jardim de Infância da Estação e Rossas


“Educação e solidariedade, unindo povos e culturas: Bragança-Khamlia 2017”, Projeto solidário promotor de intercâmbio cultural, respeito e aceitação pelas diferentes realidades culturais.










03/05/17   Apresentação do Projeto 
diálogos, projeção de  fotografias
 e filme sobre Khamlia”. 


Promotor do projeto: professor Paulo Mafra
 (Instituto Politécnico de Bragança).


Um abraço para Khamlia

Gravação da canção " Normal é ser diferente"


              
 Intercâmbio  de trabalhos com o Jardim de Infância de Khamlia.



16/06/17
Apresentação do filme “Visita a Khamlia”, pelo professor Paulo Mafra.






Visualização de fotografias e filme


Entrega dos trabalhos realizados pelas
crianças /parceiros do J.I de Khamlia.







E porque na nossa escola os amigos são de todas as cores, de todas as raças, de todas as crenças e a amizade não vê diferenças nem continentes...



 Amigos acolhemos sempre!
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Izeda é assim...


Jardim de Infância de Izeda



No âmbito do projeto: “É Assim a Nossa Terra…”, fizemos algumas pesquisas, e
realizamos  algumas saídas para a observar e compreender .


 




                      Na internet observamos fotografias
       de Izeda e arredores, entre elas a ponte romana de Frieira.

visitamos a igreja

 

Produções gráficas das nossas visitas





     As crianças tentaram reproduzir
a arquitetura da igreja matriz de Izeda

 Um cegonho
de tirar agua do poço


 Uma nora, engenho de ferro que servia para retirar
a água do poço e muitas vezes era de tração animal
 
 

Izeda tem um museu de antiguidades onde pudemos
 observar as cangalhas,  instrumento usado pelos agricultores e pastores,
 para transportar leite em cima dos cavalos, burros ou machos .







 Fotografias e texto da docente: Ilda Henriques

 
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Lenda dos Sete Infantes de Lara



Jardim de Infância de Parada


Lenda dos Sete Infantes de Lara


Há muitos e muitos anos, houve na aldeia de Parada [de Infanções], concelho de Bragança, uma mulher, chamada Dona Sancha, que teve sete filhos de um só ventre. E viu-se tão envergonhada com isso que combinou com a criada para que lhe fosse afogar seis, tendo escolhido um para criar. Quando a criada ia com os meninos metidos numa canastrinha a caminho do rio, encontrou o patrão, o famoso Conde Gonçalves, que andava à caça. Ao vê-la, perguntou-lhe: 
    — Que levas nessa canastrinha?
 
    E a criada respondeu:
 
    — Levo cãezinhos de uma cadela que pariu lá em casa. A senhora apenas quis um e mandou afogar estes.
 
    Diz-lhe então o Gonçalves:
    — Pois não quero que os afogues. Volta para casa com eles e diz à senhora que fui eu que mandei.
 
    A criada alterou-se contra o patrão, e não lhe queria obedecer. Dizia que eram ordens da patroa. E essas é que valiam. Então o conde, mais arreliado ainda, tira-lhe a canastrinha das mãos e vê lá os meninos. E diz-lhe:
 
    — Valha-me Deus, mulher, que isto é parte do meu coração!
 
    E assim o conde salvou os filhos. Mandou então a criada embora, dizendo-lhe que guardasse segredo junto da patroa. Que ele faria igual. A seguir foi espalhar os seis irmãos pelas aldeias das redondezas, para que lhos criassem. Quando atingiram a idade de sete anos, resolveu juntá-los novamente e apresentá-los à mãe. Vestiu-os todos de igual e meteu-os numa sala, juntamente com o que ela tinha. Depois chamou a mulher e disse:
 
    — Vai visitar o teu filho. E vê se o reconheces entre os demais.
 
    Mal a mulher olhou para eles, caiu redonda no chão, desmaiada. Quando acordou pediu perdão ao marido e aos filhos e passaram a viver unidos e felizes.
 
    Os anos correram e, num certo dia, o Conde Gonçalves, a mulher e os sete infantes, foram convidados pelo
 Rei Blasques, para o casamento de uma filha. Como eram família, lá foram então ao casamento. E quando estavam na festa, um dos sete infantes, que era o mais brincalhão, atirou uma pulha à noiva. Ela não gostou e foi queixar-se ao rei, pedindo-lhe vingança. E o rei para se vingar resolve esperar por melhor ocasião. Dali a dias, mandou o Conde Gonçalves com uma embaixada ao rei mouro. Fez uma carta, fechou-a, e disse ao conde que fosse levá-la a Córdova, ao rei mouro. E que esperasse pela resposta. 
    O conde assim fez. Levou a carta, só que não sabia o que ela dizia. Por isso não lhe passava pela cabeça que a carta o denunciava como traidor. E que pedia ao rei mouro que castigasse o mensageiro com a morte. O rei mouro, ao ler a carta, mandou logo encerrar o Conde Gonçalves nas masmorras, esperando mandá-lo matar na hora própria.
    Entretanto, o tempo passou, e, como o conde nunca mais regressava a sua casa, os sete irmãos, desconfiando que tivessem feito mal a seu pai, foram lá para o resgatar. E travaram uma batalha, sozinhos, contra quinze mil mouros. Uma batalha que não puderam vencer. Acabaram todos eles mortos e degolados.
 
    Depois o rei mouro mandou pôr as sete cabeças numa bandeja e deu ordens para que as levassem às masmorras, ao pai dos infantes. A vida do Conde Gonçalves, depois disto, foi terrível no cativeiro do rei mouro. Valeu-lhe uma filha deste que, sabendo do sucedido, teve pena do prisioneiro e afeiçoou-se a ele. Às escondidas do rei, a jovem protegeu-o como pôde. E um dia disse-lhe:
 
    — Se negares a tua religião e professares a minha, posso salvar-te.
 
    Ao que o conde lhe respondeu:
 
    — Antes sofrer mil mortes!
 
    A princesa moura, ao aperceber-se da força tamanha que tinha a fé do prisioneiro, dispondo-se a dar por ela a sua própria vida, ainda se afeiçoou mais a ele. Passou a ser mais que sua protetora. Enamoraram-se. E com isto arranjaram um filho, ao qual puseram o nome
 Mudarra. Quando ele cresceu e soube a verdade sobre o seu pai e sobre a morte dos seus irmãos, resolve vingar-se, matando o Rei Blasques e outros que com ele colaboraram. 
    Depois, procurou nas masmorras o Conde Gonçalves. Como não o conhecia, perguntou a um homem velho e cego que encontrou:
 
    — Há aqui um tal Gonçalves?
 
    O velho respondeu:
 
    — Eu lhe darei razão dele. Fale-me aqui ao ouvido, e diga-me o senhor quem é.
 
Tornou-lhe então Mudarra:
 
    — Sou filho duma moura, mas por Gonçalves fui gerado!
 
    O velho conde, comovido, abraçou-se ao jovem e disse:
 
    — Sou esse que procuras!
 
    Mudarra tirou o pai da prisão e levou-o para a sua casa em Parada. E ali passou a viver com ele, sob as leis do cristianismo. A casa ainda lá existe (Fig 1) E a aldeia é conhecida como
 Parada de Infanções, em memória dos sete infantes.
 
 

 
Fig. 1



Fonte BiblioPARAFITA, Alexandre A Mitologia dos Mouros: Lendas, Mitos, Serpentes, Tesouros Vila Nova de Gaia, Gailivro, 2006 , p.220-222


Ano2001



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